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[Zero A Cem] Involução dos automóveis nacionais é aspecto pouco percebido

Por: Agência Amirt 26/08/2017 10:00

Quando se instalou no Brasil, a Renault produzia veículos em consonância com a linha que a comercializava na Europa

A involução do produto, no setor automotivo, é um aspecto do mercado brasileiro de que pouca gente se dá conta. Apoiada no avanço do design, a indústria consegue mascarar enormes perdas e inflacionar os preços, aumentando a rentabilidade de seu negócio, enquanto o consumidor comum já não consegue acompanhar as atualizações do setor e, pior, quando consegue, fica com aquela sensação de estar trocando um usado mais qualificado por um zero-quilômetro piorado. Isso tem uma explicação muito simples, mas que vamos “desenhar” para o leitor, usando a Renault como exemplo. A marca francesa inaugurou o Complexo Industria Ayrton Senna, em São José dos Pinhais (PR), em 1998. Só de usar o nome do tricampeão mundial da Fórmula 1, na base do marketing mais rasteiro que se pode imaginar, dava para perceber que coisa boa não viria dali. Mas, contrariando as expectativas iniciais, veio!

Os primeiros produtos nacionalizados foram o monovolume Scénic e o compacto Clio. Na época, ambos estavam entre os modelos mais modernos feitos no país e, o melhor, em consonância com a linha que a Renault comercializava na Europa. Mas não demorou muito para a coisa desandar e sobre isso eu falo na segunda-feira!

Os primeiros produtos nacionalizados pela Renault, no Brasil, foram o monovolume Scénic e o compacto Clio

Os primeiros produtos nacionalizados pela Renault, no Brasil, foram o monovolume Scénic e o compacto Clio

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