Detonações de explosivos podem ter contribuído para rompimento de barragem, em Brumadinho

 

A Polícia Civil de Minas Gerais informou, na tarde dessa terça-feira (25), que está analisando se as detonações de explosivos contribuíram para o rompimento da barragem do Córrego do Feijão, em Brumadinho.

O Inquérito Policial (IP) revelou que houve detonação de explosivos no local no dia 25 de janeiro deste ano, ou seja, data em que a barragem se rompeu.

Em nota, a Polícia destacou que até a data do rompimento da barragem, as detonações ocorriam, diariamente, na Cava de Jangada. Além disso, as detonações eram feitas até duas vezes por semana na cava de Feijão. A Cava de Feijão fica a pelo menos 1,3 km de distância da Barragem B1 que se rompeu.

Vale lembrar que o Complexo do Córrego do Feijão é composto pelas Minas de Jangada e Córrego do Feijão.

A Polícia afirmou também que, além dos depoimentos, diversos documentos, apreendidos e requisitados ao longo das investigações, comprovam as detonações.

Por meio das investigações, a Polícia teve acesso ao relatório denominado “Mapa de Fogo”. Neste documento, estão a frequência e a intensidade dos explosivos usados na Mina Córrego de Feijão.

A Força Tarefa é composta pelo Ministério Público e pela Polícia Civil. O objetivo é analisar, através da perícia técnico-científica e com o auxílio de analistas, se as detonações contribuíram de alguma forma para o rompimento da barragem em Brumadinho.

 

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