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Divinópolis e Região

Passeata pede justiça para jovem que morreu atropelado no início do ano em Divinópolis

Por: Rádio Minas 24/02/2017 9:40

O Programa “Bom Dia Divinópolis” recebeu na manhã desta sexta-feira (24) Maria do Rosário e Shirley Aparecido, avó e mãe do jovem Rafael, de 17  anos, que morreu atropelado no primeiro dia de janeiro quando voltava para casa no bairro Santos Dumont, em Divinópolis. 

No primeiro domingo do ano, o automóvel CHEVROLET KADETT, de cor verde, acabou perdendo o controle e atropelou o Jovem Rafael Aparecido Oliveira na rotatória próxima ao aeroporto de cidade, sendo que logo após o acidente o condutor do veículo fugiu sem prestar socorro.

Rafael  morreu cerca de três horas após ser atropelado, O motorista Nélio Cezar, se apresentou a polícia dias após o ocorrido, juntamente com seu advogado. Ao delegado responsável pelo caso Nélio alegou que não estava bêbado e que não havia usado drogas. Disse que de fato estava em alta velocidade e que no momento da batida estaria nervoso, devido a problemas familiares.

Ainda segundo o motorista, ele não prestou socorro por medo de ser agredido pelos populares que começaram a aparecer no local. “Eu fui o primeiro a ligar para os bombeiros” alega. Nélio ainda conta que ligou para o irmão, que é o dono do veículo, e contou o que aconteceu, solicitando que ele chamasse socorro para vítima, o que infelizmente não adiantou, face a gravidade dos ferimentos que o jovem foi vítima.

Ele foi indiciado Pelo Delegado de Transito, Dr. Marcelo Nunes, por homicídio culposo, quando não há a intenção de matar.

A família porém está indignada com o ocorrido e afirma que Nélio, que é pai de um amigo de Rafael, além de não prestar socorro, teria ameaçado as pessoas no local mandando que não ligassem para a polícia. A avó e a mãe afirmam que não aceitam o fato de ele ainda não ter sido preso e por isso organizaram uma passeata para este sábado (25), a partir das 09h, para pedir Justiça. A concentração para a passeata será na Praça da Rua São Paulo, próximo ao pórtico da Avenida Primeiro de Junho.

Em entrevista, a mãe e avó dão mais detalhes do ocorrido e afirmam que o jovem era uma pessoa de bem que não usava drogas e nem se envolvia em confusões:


Rafael voltava para casa quando foi atropelado

Postado originalmente por: Minas AM/FM

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