Oportunidade de negócios é tratada entre Usiminas e Petrobras

Divulgação

Heitor Riguetho Takaki (UMSA) Luiz Carlos Miranda (conselheiro) Pedro Parente (Petrobras), Sérgio Leite (Usiminas) e Hugo Repsold Júnior (Petrobras)

Com o objetivo de abrir as portas para a siderurgia mineira no Brasil e no mundo, o conselheiro da Usiminas, advogado e um dos fundadores da Força Sindical e do Solidariedade em Minas, Luiz Carlos Miranda, mediou uma reunião entre o presidente da Petrobras, Pedro Parente com o presidente da Usiminas, Sergio Leite; acompanhada pelo diretor-executivo da Usiminas Mecânica (UMSA), Heitor Riguetho Takaki; do diretor-executivo de Vendas da Usiminas, Rinaldo Machado de Almeida. Os executivos reuniram-se, na tarde de terça-feira (6), no escritório da petroleira, no Rio de Janeiro, com Pedro Parente e o executivo Hugo Repsold Júnior, diretor de Gás e Energia da Petrobras, para discutir a revitalização da Usiminas e suas empresas coligadas e o fortalecimento do polo siderúrgico da região.

“Sempre irei defender a Usiminas, a Usiminas Mecânica e a indústria mineira, pois só assim garantiremos a geração de emprego e renda para o Vale do Aço. A crise econômica na qual o país está inserido também pode ser uma oportunidade de negócios. Recentemente, fui informado que a Petrobras tem contrato com empresas de montagem de infraestrutura fora do Brasil, para substituir as empresas envolvidas na Operação Lava Jato. Empresas que fornecem o mesmo tipo de serviço da Usiminas Mecânica e que, muitas vezes, não têm a qualidade do nosso produto e nem a expertise em todo o processo de fabricação e montagem que adquirimos”, lembrou Luiz Carlos Miranda.

O conselheiro acrescentou que propôs uma reunião entre o presidente da Usiminas, Sérgio Leite, e o senador Antonio Augusto Anastasia, para que pudessem se aprofundar na questão e intermediar um contato da Usiminas com a Petrobras. “O senador também é um defensor do polo siderúrgico do Vale do Aço, que, para ele, é considerado um ícone da economia mineira. Independentemente de qualquer preferência política, a pauta do encontro no Rio foi a necessidade de abrir portas para a nossa siderúrgica mineira já que a Petrobras vem contratando empresas para atuar em grandes obras fora do país”, explicou o conselheiro.

Conforme o portfólio de produtos e projetos para diversos mercados, os representantes da UMSA acrescentaram o interesse em atender a petrolífera com os diferenciais para atender as atuais demandas do mercado.
“Nosso foco é identificar oportunidades para prospecção de novos negócios para nossas empresas, que ganham competitividade para continuar fornecendo produtos e serviços com tecnologia mundial”, entende o conselheiro da Usiminas.

Alto-forno

Luiz Carlos Miranda destacou que, desde a sua entrada para o conselho, em 2015, vinha defendendo o religamento do alto-forno 1 da usina, em Ipatinga. Para ele, esse foi o primeiro passo do acordo de paz entre acionistas japoneses e ítalo-argentinos do qual foi encarregado de promover a pacificação dentro do Conselho Administrativo. A retomada das operações do alto-forno número 1 será a partir de abril de 2018, porém os reflexos deste investimento de R$ 80 milhões já começaram, avalia Luiz Carlos.


Postado originalmente por: Diário do Aço

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