Primeiro passo é dado para resolver crise hospitalar

O Diário Oficial do Estado de Minas Gerais publicou, na edição de quinta-feira (1), os termos de cessão do imóvel e de seu patrimônio mobiliário para o município de Coronel Fabriciano. Esses documentos são considerados imprescindíveis para que um processo de contratação emergencial de um novo gestor para o hospital possa ser realizado pela administração municipal.

Divulgação

Reunião entre o Subsecretário de Assuntos Municipais da Secretaria de Governo, Marco Antônio Viana Leite e Celinho do Sinttrocel

A informação é do deputado Celinho do Sinttrocel. O parlamentar explica que “uma das causas do fechamento das portas do Hospital foi a ausência desta documentação, que travou a transição da antiga mantenedora, Sociedade Beneficente São Camilo, cujo contrato foi encerrado no dia 9 de maio, e assim que tomei ciência dos entraves burocráticos, saí a campo para ajudar a resolver o problema”.

Depois de uma reunião com o Secretário de Estado da Saúde, Sávio Souza Cruz, com a Subsecretária de Políticas e Ações de Saúde, Maria Turci e ainda com o Subsecretário de Assuntos Municipais da Secretaria de Governo, Marco Antônio Viana Leite, ficou assegurada a celeridade na liberação da.

“Em resposta ao nosso pleito, todos os órgãos se empenharam decisivamente e, fruto desse compromisso e do nosso trabalho coletivo, a documentação ficou pronta em tempo recorde” comemora o deputado.

Segundo ele, a publicação abre caminho para a abertura das portas do hospital e para a retomada do atendimento público. “Resolvidas as questões burocráticas, agora a bola está com a prefeitura – a quem cabe colocar o hospital para funcionar plenamente”, disse Celinho.

Ele acrescenta que está à disposição para colaborar na solução de novos problemas, impasses e dificuldades que por ventura venham a ocorrer durante o processo de transição para uma nova gestão no hospital de Coronel Fabriciano.
Enquanto as questões burocráticas estão na fila de resolução, hoje terminou no hospital José Maria Morais, a escala de plantão dos médicos, que além de estarem sem salários pagos pela antiga mantenedora também alegam que não têm, nem sequer o material básico para o trabalho.


Postado originalmente por: Diário do Aço

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