[Zero A Cem] Depois de 57 anos, Brasil fica de fora do grid da Fórmula 1

Na Fórmula 2, o mineiro Sérgio Sette Câmara também vem tendo um desempenho muito abaixo da expectativa

Felipe Massa fez história, no último final de semana de julho, na Hungria. Depois de 57 anos e 605 Grandes Prêmios, o Brasil ficou de fora do grid da Fórmula 1.

Foram tantas disputas, tantas vitórias, derrotas, conquistas e, é claro, decepções, que a gente fica relembrando o passado, sem enxergar, no futuro, um sucessor à altura de nossos campeões e do próprio Massa, que teve uma fase brilhante na principal categoria do automobilismo mundial, entre 2006 e 2008, quando conquistou 11 vitórias. Nunca é demais lembrar que o brasileiro já tinha pendurado as chuteiras, no final do ano passado, e só se “desaposentou” por uma questão conjuntural: a saída de cena inesperada do atual campeão, Nico Rosberg, que mexeu com todo o circo. Mas o pior está por vir: na Fórmula 2 (ex-GP2), principal categoria de acesso à F1, o mineiro Sérgio Sette Câmara vem tendo um desempenho muito abaixo da expectativa.

Nas 14 corridas de sete etapas disputadas até agora, ele não somou nenhum ponto, enquanto seu companheiro de equipe na MP Motorsport, o britânico Jordan King, soma 49 pontos e ocupa a décima posição na tabela.

Massa foge à luta e, depois de 605 Grandes Prêmios, o Brasil ficou de fora do grid da F1
Massa foge à luta e, depois de 605 Grandes Prêmios, o Brasil ficou de fora do grid da F1

 

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