[Zero A Cem] Não existem esperanças de sucessão brasileira, na Fórmula 1

Na GP3, um suado pontinho mantém Bruno Baptista à frente da companheira de equipe, Tatiana Calderón

Como dissemos, ontem, nada garante que Felipe Massa terminará o ano a bordo de seu Williams, na Fórmula 1. Já na Fórmula 2, o mineiro Sérgio Sette Câmara apresenta um desempenho pífio.

Bom, se nossa esperança for a GP3, categoria que forma os pilotos que estarão na F2, disputando uma vaguinha na F1, o melhor é desistir de vez. Afinal, o paulista Bruno Baptista vem fazendo pior que Sette Câmara e não fosse o suado pontinho conquistado no último final de semana, em Hungaroring, ele estaria atrás da companheira – isso mesmo, da companheirA – de equipe, a venezuelana Tatiana Calderón. Hoje, o maior nome do automobilismo brasileiro, quando falamos de monopostos (ou fórmulas), é Lucas Di Grassi, que conquistou o título da cada vez mais prestigiada Fórmula E, no último domingo, no Canadá. Di Grassi completa 33 anos, está velho para a F1, mas tem um currículo respeitável: cinco vitórias na GP2, duas no Mundial de Esporte-Protótipo (WEC) e três pódios em quatro participações na principal categoria das 24 Horas de Le Mans, além de seis vitórias na própria Fórmula E. Mas o paulista já esteve na F1, em 2010, quando correu pela equipe Virgin. Não somou pontos, mas ficou à frente do companheiro, Timo Glock, que corre o Alemão de Turismo (DTM), desde 2013.

Lucas Di Grassi, campeão da Fórmula E, é o maior nome do automobilismo brasileiro, hoje
Lucas Di Grassi, campeão da Fórmula E, é o maior nome do automobilismo brasileiro, hoje

 

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