Parlamentares mineiros não priorizam interesses da população

A Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) divulgou em seu site oficial informações sobre os projetos apresentados pelos deputados mineiros em 2019. Segundo análises publicadas no portal, propostas para beneficiar instituições e declarar entidades como utilidade pública ficaram em primeiro plano pelos políticos, deixando interesses da população, como saúde e educação em segundo.

No total foram 984 projetos de lei em 2019, sendo que um terço dessas propostas aprovadas foram destinados para fins envolvendo o primeiro plano. Apenas 112 das propostas foram destinadas para políticas públicas e 88 para legislação ambiental e proteção aos animais.

Mesmo o número de propostas sendo abaixo do esperado, determinados projetos chamaram atenção dos parlamentares. O deputado Noraldino Júnior, do PSC, propôs a distribuição de repelentes com a substância icaridina ativa para gestantes, com o objetivo de prevenir a contaminação dos vírus Zika e Chikungunya, através da picada do mosquito, que pode causar a microcefalia nos bebês.

Outro projeto apresentado foi pelo Professor Irineu, do PSL, que tem o intuito de proibir a comercialização de copos e canudos feitos de plásticos. Segundo o deputado, esses produtos devem ser substituídos por biodegradáveis e os estabelecimentos que não cumprirem a lei deverão pagar uma multa estimada no valor de R$10 mil reais.

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