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Vale do Aço

Passaredo garante voos em Minas Gerais mesmo com desistência de venda para Grupo Itapemirim

Por: Diário do Aço 12/09/2017 15:32
Divulgação

Mesmo com a desistência do negócio, a Passaredo afirma que manterá os voos previstos para serem iniciados em 16 de outubro

A Passaredo comunicou nesta terça-feira a anulação do processo de transferência do controle acionário da companhia aérea para o Grupo Itapemirim. As negociações foram iniciadas em 3 de julho deste ano e, em seguida, anunciado o fechamento do acordo por meio do qual a Itapemirim assumiria a empresa. Sem entrar em detalhes sobre a motivação, a Passaredo oficializou a anulação do negócio. A informação é do site tudodeviagem.com, parceiro do Diário do Aço.

O grupo Itapemirim pretendia aumentar de sete para 20 o número de aeronaves da Passaredo até o fim de 2018. Mesmo com a desistência do negócio, a Passaredo afirma que manterá os voos previstos para serem iniciados em 16 de outubro.

A Passaredo já vende passagens dos voos sem escalas de Belo Horizonte (Pampulha) para Governador Valadares, Aeroporto Regional do Vale do Aço (Santana do Paraíso) e Uberaba.

O Vale do Aço também vai ganhar um voo sem escalas de Ipatinga para Guarulhos, em São Paulo. Atualmente essas regiões têm apenas voos, pela Azul para o Aeroporto de Confins, na Grande Belo Horizonte.

Nota da Passaredo

Em nota, a Passaredo Transportes Aéreos S.A. informa que “a transação envolvendo a transferência de seu controle societário não se efetivou. Diante do não cumprimento das condições precedentes estabelecidas em contrato, os compradores foram notificados pela Passaredo na data de hoje, 11 de setembro de 2017, sore o encerramento formal do negócio”.

A companhia também informa na nota que “continuará suas operações com o atual quadro societário, mantendo-se a estratégia de atuação no segmento da aviação regional, ficado na reestruturação de sua frota operacional, no atendimento a novos mercados nos acordos de codeshare e interline vigentes”.

Nota do grupo Itapemirim

Sobre a notícia de desfazimento do negócio firmado com a Passaredo, Sidnei Piva de Jesus e Camila de Souza Valdívia tem a esclarecer o seguinte:

“O negócio firmado, em caráter preliminar, objetivava a aquisição da totalidade do controle acionário da Passaredo Linhas Aéreas S/A e, como noticiado na imprensa, pressupunha o atendimento de condições precedentes estabelecidas por ambas as partes”.

“Consensualmente, concordaram as partes contratantes que as condições apuradas até a presente data não contemplavam os seus respectivos interesses e, como consectário lógico do contrato preliminar, optaram pelo encerramento das tratativas com a condução do negócio Passaredo Linhas Aéreas S/A pelos seus acionistas”.



Postado originalmente por: Diário do Aço

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