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Vale do Aço

SAMU realiza exposição no Shopping Vale do Aço

Por: Diário do Aço 18/11/2017 12:32
Divulgação

Campanha mostra a jovens a importância do atendimento do SAMU e os prejuízos com os trotes ao número 192

Além de garantir a assistência pré-hospitalar, o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU), leva muito a sério a missão de proteger e orientar. Com o objetivo de transmitir informação à população a respeito da importância dos primeiros socorros, sobre quando e como acionar o serviço e ainda conscientizar acerca dos prejuízos causados pelos trotes no 192, os profissionais do SAMU realizam, neste fim de semana, uma ação educativa no Shopping do Vale do Aço, das 10h às 22h. São milhares de chamadas falsas complicando a atuação do órgão.

De acordo com o médico Wilian Miranda Moraes, coordenador do Núcleo de Educação Permanente (NEP) do SAMU, “durante todo o ano diversas ações são realizadas pelos profissionais junto à comunidade. O projeto ‘SAMU nas Escolas’ é um exemplo de trabalho desenvolvido junto aos adolescentes e jovens na campanha ‘Sou amigo do SAMU, não passo trote’. Agora, será a vez da comunidade que passa pelo centro de compras conhecer o serviço que prestamos e as boas práticas na preservação da vida”, explica.

Na exposição, os visitantes poderão conferir os equipamentos e tecnologias utilizados pelas equipes no atendimento diário à população. Além disso, serão oferecidas orientações de primeiros socorros.

Nesse sábado, foram ministradas oficinas sobre ‘Ressuscitação Cardiopulmonar’, fraturas e demonstração de imobilizações. Já neste domingo (19), as mesmas oficinas serão apresentadas às 16h e 18h. Os profissionais do serviço, com o suporte de acadêmicos de Medicina, também apresentarão o projeto ‘SAMU nas Escolas’.

Números do SAMU
Apesar das campanhas educativas permanentes, o número de trotes passados ao Serviço de Atendimento Móvel de Urgência continua alto em Ipatinga. De janeiro a outubro deste ano, o SAMU realizou no município 8.856 atendimentos com ambulâncias, seja de Suporte Básico (USB) ou Avançado (USA). Entretanto, em se tratando de chamadas falsas, houve 5.556 trotes, no mesmo período.

Wilian chama atenção para o fato de que, “além dos prejuízos financeiros que uma ocorrência falsa causa aos cofres do município, há ainda a grave consequência da elevação do tempo de resposta, comprometendo o atendimento a uma pessoa que realmente esteja precisando da assistência do SAMU”. As linhas ficam ocupadas com os trotes, enquanto alguém às voltas com uma ocorrência real está tentando ligar para o serviço. Ademais, há gastos toda vez que uma ambulância é empenhada. Então, se a equipe é deslocada, por exemplo, para atender a uma chamada de parada cardíaca e quando ela chega ao local constata que se trata de uma ocorrência falsa, há desperdício de material, mão de obra, tempo e combustível. Ou seja, são inúmeros os prejuízos, reitera o coordenador.



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