“Beleza sem Preconceitos” é tema do programa “Algo em (In) Comum” de novembro

Na sexta-feira, 24, o Departamento de Políticas Para a Pessoa com Deficiência e Direitos Humanos (DPCDH), da Secretaria de Desenvolvimento Social (SDS), realizou o programa “Algo em (In)Comum”, que trouxe para debate o tema “Beleza sem Preconceitos”. Lá, foi promovida roda de conversa, onde foram discutidos assuntos como moda, beleza da pessoa com deficiência (PCD) e seus desafios em se mostrarem e serem vistas como pessoas bonitas, apesar de suas diferenças.

Integrantes do projeto “Bonito é ser Como sou”, a blogueira e maquiadora Letícia Miranda, o fotógrafo Dênis Saramelo e o videomaker André Ferreira, que realizam ensaios fotográficos com pessoas de diferentes biotipos e com histórias de superação, participaram do evento. Os participantes da reunião puderam assistir, em primeira mão, o vídeo do ensaio realizado com a gerente do DPCDH, Thais Altomar.

Segundo ela, a proposta do tema é para ajudar a quebrar as barreiras impostas pela sociedade: “A gente não só quebra barreiras, mas também, padrões. Beleza é a gente que inventa.”

A designer de joias Cláudia Assis participou pela primeira vez do “Algo em (In)Comum” e também foi modelo do “Bonito é ser Como sou”. Para ela, é sempre importante falar sobre esse assunto, como forma de conscientização da sociedade: “Somos pessoas comuns, temos nossas dificuldades, mas também nossas características, que nos tornam bonitas, apesar da deficiência”.

Segundo a maquiadora do projeto, Letícia Miranda, as pessoas não conhecem muito bem o “universo” das PCDs, e participar do Algo em (In)Comum e do projeto, a ajudou a conhecer um pouco mais sobre esse público: “O ensaio fotográfico pretende ajudar, também, na autoestima dessas pessoas. Pretendemos continuar a realizá-lo, com histórias diferentes, já que teve grande aceitação do público”.

O estudante de moda Edson da Silva Paula, criador da marca “Monarca Moda Irrestrita”, de roupas voltadas para PCDs, marcou presença e levantou debates importantes durante a reunião: “Mais do que roupas confortáveis, as PCDs precisam de vestuário acessível, que lhes conceda autonomia e conforto, mas, também, beleza na hora de se vestir”. Também estavam presentes funcionários do DPCDH, da SDS, PCDs e seus familiares.


 Fonte: Assessoria

Postado originalmente por: Diario Regional – Juiz de Fora

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