Enfrentamento à LGBTTIfobia será marcado por rodas de conversa e atividades artísticas

Em comemoração ao Dia Internacional de Luta Contra a LGBTTIfobia, 17 de maio, atividades na Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF) e no Centro da cidade marcam a data. Nessa quarta-feira, 17, às 19h, o Grupo de Estudos e Pesquisas em Gênero, Sexualidade, Educação e Diversidade (Gesed), vinculado à Faculdade de Educação (Faced), realiza mais uma mesa de debate. O grupo vem desenvolvendo um conjunto de ações durante todo o mês de maio. O tema, a ser discutido na sala de demonstração da Faced, será “Educação e o combate à LGBTTIfobia”. Os convidados são a professora da UERJ, Amana Mattos, e Anderson Ferrari, da UFJF. A programação continua nas próximas semanas e pode ser acompanhada pela página do evento no Facebook.

Já esta quinta-feira, 18, será marcada por atividades artísticas, diálogos pelas ruas do Centro e rodas de conversa dentro da programação do “Dia de Enfrentamento à LGBTfobia”, em Juiz de Fora. As ações serão realizadas em frente ao Cine-Theatro Central, das 10h às 19h, e toda a população pode participar. O convite parte do Centro de Referência em Direitos Humanos, em parceria com os coletivos Flores Raras, Vozes da Rua, Candaces, Maria Maria, Visitrans e da Ordem dos Advogados do Brasil.

Estão na programação do evento cinco rodas de conversa, para reflexão e diálogo sobre o tema. São elas: Transexualidades e Travestilidades no Enfrentamento à LGBTfobia; Raça e Gênero como Categorias Potentes de Enfrentamento à LGBTfobia; Mídia e Enfrentamento à LGBTfobia; Lesbianidades Visíveis e Enfrentamento à LGBTfobia; Juventudes, Educação e o Enfrentamento à LGBTfobia. Haverá distribuição de materiais informativos, diálogo com a população pelas ruas do Centro e apresentações artísticas, durante todo o dia.

DIA INTERNACIONAL DE LUTA POR RESPEITO PARA TODAS E TODOS

O Dia Internacional de Luta Contra a LGBTTIfobia, 17 de maio, foi definida porque naquele dia, em 1990, ocorreu a exclusão da homossexualidade da Classificação Estatística Internacional de Doenças e Problemas Relacionados com a Saúde (CID) da Organização Mundial da Saúde (OMS). Essa foi uma importante vitória para o movimento LGBTTI, comemorada por pessoas e ONGs de vários países. Hoje, a população LGBTTI conquistou direitos, como o uso do nome social e o casamento civil, mas ainda sofre com a violência física e psicológica e, portanto, reivindica a criminalização da LGBTTIfobia.

Fonte: Assessoria

Postado originalmente por: Diario Regional – Juiz de Fora

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