Prefeitura solicita autorização para recomposição do canal do córrego Brejo Alegre

Da Redação | Com Assessoria

Engenheiro Civil visita o local a pedido do juiz da 3ª Vara Civil para analisar a situação

O Engenheiro Civil Breno Souza de Almeida, perito nomeado judicialmente pelo Juiz da 3ª Vara Civil, Márcio Tricote, realizou, nessa quarta-feira, 14, uma visita ao canal do canal do córrego Brejo Alegre, devido à solicitação da prefeitura de uma autorização judicial para executar uma recomposição emergencial no local. Presenciaram a visita os secretários de Meio Ambiente, Hamilton Tadeu de Lima Júnior, e de Obras, Paulo de Brito; representantes do Conselho Municipal de Defesa e Conservação do Meio Ambiente (Codema) e assessores jurídicos.

Engenheiro esteve no local para emitir um parecer ao juiz sobre a reivindicação da prefeitura

Engenheiro esteve no local para emitir um parecer ao juiz sobre a reivindicação da prefeitura

 

Em uma entrevista ao Gazeta do Triângulo no início dessa semana, o superintendente da SAE, André Fabiano dos Reis, afirmou que o trecho do córrego que sustenta o cruzamento entre as avenidas Coronel Theodolino Pereira de Araújo e Minas Gerais corre risco de desabamento. O local está parcialmente interditado desde as chuvas que ocorreram em março desse ano, e ocasionaram a queda de uma parte da estrutura do córrego que sustenta o trecho de ligação das avenidas.

A prefeitura vem monitorando o local e, na última semana, houve um avanço no desmoronamento, colocando em risco os transeuntes e motoristas. Na sexta-feira, 9, o procurador do município, Leonardo Henrique de Oliveira e o prefeito Marcos Coelho (PMDB), protocolaram um parecer técnico solicitando a liberação para execução de obra emergencial. O trecho é contemplado pelo projeto da Estação de Tratamento de Esgoto (ETE) Central e a expectativa é que a empresa responsável pela obra refizesse o trecho, porém, devido ao processo contra a empresa que realizou o serviço emergencial no córrego na gestão anterior, é necessária a autorização judicial para executar o serviço.

A obra emergencial realizada na gestão anterior teve um custo de aproximadamente R$ 800 mil. Os engenheiros da secretaria de Obras fizeram uma avaliação técnica e chegaram à conclusão de que a empresa deve se responsabilizar pela correção do problema, porém, a empresa não se disponibilizou a realizar os reparos necessários.

De acordo com o secretário de Obras, Paulo de Brito, o objetivo da visita do perito, realizada nessa quarta-feira, foi emitir um parecer ao juiz sobre a reivindicação. A prefeitura está aguardando a resposta judicial e, caso não ocorra em breve, novas interdições serão realizadas no cruzamento entre as avenidas.

O Engenheiro Civil, Breno Souza de Almeida, comentou que, como medida emergencial, é necessário “recompor um pouco de solo, um pouco de gabião e um pouco de vegetação também, para depois fazer o projeto definitivo”. O perito explicou, ainda, que o gabião, muro de arrimo feito com pedras, irá estabilizar com o próprio peso e pela sua consolidação com a vegetação ao seu redor, contendo o solo, preservando e deixando intacta toda a margem ao redor do córrego.

Postado originalmente por: Gazeta do Triângulo

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