Trabalho preventivo reduz significativamente o número de processos referentes a lei Maria da Penha

Da Redação

Em dois anos, Araguari conseguiu diminuir em 32% o número de processos criminais relativos a Lei Maria da Penha. As informações foram repassadas pelo promotor de Justiça, André Luis Alves de Melo, que acumula na 1ª Promotoria de Justiça a pasta de combate à Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher.

Trabalho de assistência social tem ajudado a diminuir o número de casos de violência

Trabalho de assistência social tem ajudado a diminuir o número de casos de violência

 

As explicações para a redução foram o andamento de processos que estavam parados, a maioria relativos a agressão, bem como o trabalho de acompanhamento às vítimas. “Nós tivemos que estruturar a rede, e eu fui priorizando essa área. Contamos com o apoio do Fórum e também do trabalho de assistência social realizado pela delegacia junto com a prefeitura”.

A chefe da Delegacia de Polícia Civil de Araguari, Mary Simone Reis, elogiou o trabalho feito pelo Ministério Público e também as ações promovidas na Delegacia de Proteção à Mulher, ao Idoso, à Criança e ao Adolescente, destacando a importância do trabalho de assistência social.

Denúncias podem ser feitas das 8 às 18h de segunda a sexta-feira na delegacia da Mulher situada na rua José do Patrocínio, 291, Centro. Nos demais horários, fins de semana e feriados o atendimento é feito na delegacia Regional localizada na avenida Mato Grosso, 334, bairro Paraíso.

De acordo com o promotor de Justiça, a CEAPA (Central de Acompanhamento de Penas e Medidas Alternativas) também faz parte da Política de Prevenção Social da Criminalidade, que intervém na realidade social por meio de ações e projetos que tenham como foco a minimização dos fatores de risco que contribuem para a incidência de violências e criminalidade por seus usuários, seja como autores ou vítimas.

O programa atua de forma integrada com o Poder Judiciário, Ministério Público e Defensoria Pública na construção de uma execução penal eficiente, justa e humanitária, tendo como objetivo despertar a participação da pessoa em cumprimento de pena ou medida alternativa, resgatando a autoestima, identidade e valores pessoais e sociais.

Postado originalmente por: Gazeta do Triângulo

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