Eduardo Print Júnior exige vacinação de profissionais da educação para retorno das aulas presenciais

Na reunião ordinária dessa terça-feira (11) da Câmara Municipal de Divinópolis, um assunto importante voltou a ser pauta nos pronunciamentos: o retorno das aulas presenciais nas redes pública e particular de ensino.

O debate foi trazido à tona pelo Presidente da Casa, vereador Eduardo Print Júnior (PSDB), que se posicionou a favor do retorno das aulas de forma responsável, desde que os professores e todo corpo diretivo e auxiliar das escolas de Divinópolis sejam devidamente vacinados.

“Entrei como um requerimento hoje, que foi apoiado por outros quinze vereadores, que exige a vacinação prioritária dos profissionais da educação, tanto da rede municipal quanto estadual e particular. É o passo mais importante para diminuirmos a evasão escolar”, afirmou Print Júnior.

O edil se mostrou preocupado com as projeções de abandono das escolas por parte dos alunos. “Estou em contato diário com professores e diretores. Várias escolas estão fechando pela falta de atividades, e muitos alunos deverão deixar os estudos nos próximos meses e anos. Essa defasagem na educação será sentida em todos os setores da sociedade futuramente, pois os jovens de hoje é quem estarão nos principais cargos daqui a alguns anos”, explica.

DESIGUALDADE NO ENSINO

Eduardo Print Júnior aponta que o requerimento diz a respeito principalmente sobre a necessidade da vacinação a estes profissionais. “Sem a devida imunização, fica complicado. Exigimos neste documento aproximadamente 4 mil vacinas que seriam suficientes para imunizar os profissionais das redes de ensino”.

Para finalizar, o Presidente da Câmara confirmou que será um defensor do retorno responsável. “Se eu disser que as crianças e adolescentes estão o tempo todo em casa, estarei mentindo. Estão nos shoppings, praças e ruas. Tudo tem se tornado essencial, menos a educação. As escolas precisam ser preparadas para os novos protocolos, intercalando os ensinos remotos e presenciais. Só assim, diminuiremos a disparidade entre os ensinos. Hoje, somente quem tem condições financeiras estão estudando, mesmo que online. Isso é segregação”, conclui.

Postado originalmente por: Portal MPA

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