Ministério Público nega que funcionário do serviço do luto seja acusado de necrofilia

Durante as investigações da Operação Thanatos que desvendou esquema de corrupção no Serviço Municipal do Luto, em Divinópolis, um forte rumor correu pela cidade e em redes sociais, dando conta de que um dos presos, além dos crimes no serviço público, também seria acusado de necrofilia, que é a prática de sexo com cadáveres.

O Ministério Público e a Polícia Civil investigaram as denúncias de que agentes funerários recebiam propina quando da transferência ou venda de produtos funerários ao favorecer empresas particulares,   como floriculturas, por exemplo.   

Cinco servidores concursados da prefeitura chegaram a ser presos, acusados de participar do esquema. Eles já foram soltos, mas foram afastados de suas funções até o término das investigações.  Um deles porém, segundo rumores estaria envolvido em necrofilia que é crime de vilipêndio de cadáver. Ele estaria abusando sexualmente de cadáveres do sexo feminino que chegam ao serviço do luto para serem preparados para o funeral.

Diante destes rumores que se espalharam com rapidez e intensidade, a reportagem do Sistema MPA  entrou em contato como o Ministério Público Estadual e foi informada de que tais denúncias não procedem  e em nenhum momento teriam sido foco das investigações da Operação Thanatos.  O fato foi negado através da Superintendência de Comunicação Integrada do Ministério Público do estado de Minas Gerais

 

 

Postado originalmente por: Portal MPA

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