MP explica porque Chefe de Gabinete da Prefeitura de Divinópolis, Fausto Barros foi alvo de investigações

Em entrevista ao Jornal Candidés, o Promotor de Justiça do Ministério Público, Gilberto Osório explicou os motivos que levaram o Ministério Público a intervir na situação do empresário Fausto Barros, como Assessor de Governo da Prefeitura de Divinópolis.

Na terça-feira (13), o Ministério Público e a Polícia Civil deram cumprimento a mandados de busca e apreensão no gabinete e na residência do Assessor , para investigar possível falsificação de documento e recolher indícios de coação de testemunha de processo em que Barros foi condenado por fraudar licitação, durante a gestão de 2001/2004.

Com a condenação, Fausto não poderia ter tomado posse em cargo público, e como apresentou declaração de “nada consta”, foi admitido.  A suspeita de falsidade ideológica se dá por este motivo, já que o mesmo forneceu tal documento no processo de admissão para o cargo de assessor especial.

Confira a entrevista do Promotor:

Segundo a Assessoria de Comunicação da Prefeitura de Divinópolis, a certidão de “nada consta” apresentada por Fausto Barros, foi emitida com a chancela do próprio Poder Judiciário.  

Conforme apurou a reportagem, a ação por fraude em licitação contra Fausto Barros, também tinha o prefeito Galileu Machado como réu, que embora inocentado, por prescrição, dificilmente desconheceria  o fato da condenação do atual assessor.  Nos bastidores já se fala de outros três componentes do Governo, que estariam em posições estratégicas de comando que também teriam problemas com a justiça e podem gerar novos problemas para Galileu. 

Até o presente momento a atual gestão tem preferido se posicionar de maneira distanciada e com poucas informações sobre o ocorrido.

O Assessor Fausto Barros foi liberado após pagar fiança.

Postado originalmente por: Portal MPA

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