Procon orienta pais nas compras de material escolar

Principal insumo na produção de produtos impressos, que sofreu aumento de 24% em 2016, vai elevar os preços do material escolar neste ano. Estimativa, segundo a Associação Brasileira dos Fabricantes e Importadores de Artigos Escolares e de Escritório é de 5% a 10%.

 
De acordo com o presidente da Fundação de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon), Rodrigo Mateus, pesquisar é a melhor medida para economizar. “Comparar os preços fazendo as compras nas lojas que oferecem as melhores condições. Organizar grupos de compras coletivas com outros pais para negociarem preços e também comprar no atacado o material necessário. Conversar com os filhos para ver quais materiais do ano anterior podem ser utilizados ainda”, ressalta Rodrigo.

 
O Procon faz algumas observações  importantes. Segundo o presidente da Fundação, é preciso ter muita atenção em relação às listas que as escolas entregam para os alunos. “Produtos de uso coletivo não podem ser requisitados. Papel higiênico, sabonete, detergente, sabão em pó, água sanitária não podem figurar na lista. No nosso entendimento os custos com esse tipo de material já estão calculados e embutidos na mensalidade.

 

A lista de material deve se restringir ao uso dos itens individuais do aluno. É proibido também exigir marcas específicas e indicar estabelecimentos exclusivos, excetuando-se as apostilas pedagógicas que figuram no contrato da prestação de serviço da escola com os contratantes”, reforça.
Com relação ao pagamento, Rodrigo indica que os pais negociem e, se forem pagar à vista, peçam desconto.

Artigo advogada Cláudia Feres – Lista de Material Escolar

Postado originalmente por: JM Online

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