Fausto Barros concede entrevista ao Sistema MPA e apresenta provas contra as denuncias do Ministério Público

O assessor especial do governo de Galileu Machado, Faustos Barros respondeu hoje as denuncias apresentas pelo Ministério Público de Minas Gerais durante uma ação conjunta com a Policia Civil na tarde desta terça-feira, 13. Ele apresentou provas que derrubam a tese do MP que o mesmo teria forjado documentos para ser nomeado.

Fausto Barros possui três certidões negativas. Uma de crimes eleitorais, uma de processos criminais e a última delas que o deixa em dia com as obrigações do voto. Na declaração eleitoral o documento enfatiza:

 “Certifico que, consultando o cadastro eleitoral, verificou-se não constar registro de condenação criminal eleitoral, transitado e julgado, para o eleitor abaixo qualificado.”

O documento foi emitido através do sistema eletrônico em que qualquer cidadão tem acesso pela internet na data de hoje 14/06/2017 as 12:25, ou seja, um dia após a ação do Ministério Público.

 

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O outro documento apresentado por Fausto Barros mostra a isenção de processos e impedimentos também na esfera criminal. A declaração negativa traz os seguintes dizeres:

“Certifica-se, tendo como origem os dados indicados pelo requerente que, verificando e revendo o TRIBUNAL DE JUSTIÇA DE MINAS GERAIS os registros de distribuição de PROCESSOS CRIMINAIS de competência originária ou recursal, até presente data, nada consta na segunda instância contra

 NOME: ANTONIO FAUSTO DA SILVA BARROS”

A certidão foi emitida também pela internet no sistema eletrônico na data do dia 31 de janeiro de 2017 as 13:41.

 

 

Como contra prova para montar o processo que será enviado para justiça Fausto Barros fez hoje novamente a retirada da certidão negativa na esfera criminal, apontada pelo Ministério Público como a proibição legal que impossibilita sua permanência como servidor municipal. O documento também foi repassado ao jornalismo do Sistema MPA.

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Hoje Fausto Barros concedeu uma entrevista exclusiva ao jornalismo do Sistema MPA de comunicação. Apesar de acatar a decisão do Ministério Público de afastamento do cargo de assessor especial de governo ele enfatizou que as medidas tomadas pelo MP são arbitrárias. Fausto disse que entrará na justiça com um pedido de recolocação no cargo já que as provas mostram que os crimes relacionados nas investigações não constam no banco de dados dos Tribunais Eleitoral e Criminal.

 

 

Postado originalmente por: Minas AM/FM

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