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Divinópolis e Região

Morre o professor da Faced Jadir Vilela de Souza Júnior

Por: Rádio Minas 09/10/2017 10:40

É com pesar, que a Faculdade Divinópolis – FACED, lamenta o falecimento do sócio e professor Jadir Vilela de Souza Júnior. A instituição solidariza-se com os familiares neste momento de dor e coloca-se à disposição. O velório acontece hoje, 09/10, a partir das 10h na Rua Jesus Jota, nº 128, bairro Interlagos. O sepultamento será às 14h, no cemitério da Salvação, no bairro Interlagos em Divinópolis. No facebook de Jadir Vilela, amigos e familiares prestam as condolências. 


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Jadir Vilela de Souza nasceu em 03 de maio de 1925, na cidade de Divinópolis, Minas Gerais. Possui os cursos de Direito e Ciências Contábeis. Manteve por muitos anos seu escritório de advocacia, foi Diretor e professor universitário, hoje, aposentado.

Casado com a trovadora Maria José de Almeida Souza e pai de sete filhos: Jadir Júnior, Gilka, Gilda, Gilma, Jader, Jad e Gilza.

 

 Tem os seguintes livros editados: Soluços D’Alma (sonetos), Círios em Desfile (trovas), Pedras do Meu Caminho (trovas), Poemas das Horas Mortas (poemas de versos livres), Candeeiro e Candeeiro II (poemas para ler e pensar), Variações sobre o Amor (sonetos e outros poemas).

 

Sua primeira obra foi “… E o Manué se Vingô” (conto em versos caipiras, publicado em 1946 e reeditado em 2007, em versão ilustrada.
 Escreveu as peças teatrais já representadas: “O Único Recurso” e “Neurose” e tem inédita “Está Sobrando Respeito”.

 

 

É filiado à Sociedade Brasileira de Autores Teatrais  e pertence a várias instituições culturais e literárias do Brasil e do Exterior. Seu nome consta na Enciclopédia de Literatura Brasileira, com inúmeras citações.

 

NOSSO NINHO

       Jadir Vilela de Souza

De tanto ver-te cada vez mais linda…
 de apaixonar-me, juro, de verdade…
 de tanto desejar a tua vinda…
 com tua realçante falsidade…

Mesmo sabendo que te quero ainda,
 com toda a tua rede de maldade…
 que a paixão que te tenho, sempre infinda,
 transforma em grande dor esta saudade…

afirmo que, apesar de tudo isso,
 de teu olhar repleto de feitiço…
 sei descobrir em ti falso carinho!

A minha dor então desaparece,
 E enquanto o coração a mágoa esquece,
 Eu vou fazendo em sonho nosso ninho!

 

SÚPLICA

Por que, Senhor, é curta a mocidade
 e assim também tão curta a nossa vida?
 Que bom seria se em qualquer idade
 a velhice não fosse percebida!

Ela nos vem, parece, por maldade,
 embora seja sempre repelida.
 Aumenta, Senhor Deus, a mocidade…
 Prolonga, por mais anos, nossa vida.

Que a nossa juventude seja eterna,
 que a vida, para sempre, seja terna;
 que nunca falte amor pelos caminhos!

E, quando a nós vier o teu chamado,
 esteja certo que, no teu reinado,
 só jovens tu terás, nunca velhinhos!

(citado no livro: “Jadir Vilela de Souza, Poeta Místico”, de Pedro Pires Bessa)

Postado originalmente por: Minas AM/FM

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