Jornada intermitente de trabalho recebe críticas de centrais sindicais, resume jornal

O jornal “Folha de São Paulo” diz hoje que “a proposta do governo de criar a chamada jornada intermitente ou móvel de trabalho, em que não há horário fixo, é alvo de críticas no meio sindical”. Ricardo Patah, presidente da União Geral dos Trabalhadores, disse que participará quinta-feira de reunião com o ministro do Trabalho, Ronaldo Nogueira, e o presidente Michel Temer para discutir a flexibilização da jornada de trabalho.

NEGOU

“Não tenho opinião formada sobre o assunto, ainda precisamos analisar, mas a jornada intermitente é difícil de aceitar, porque criaria uma situação análoga à escravidão”, disse Patah. Segundo Patah, o ministro do Trabalho negou a intenção de implementar a jornada intermitente.

PALIATIVAS

Outra medida que deve ser adotada é a ampliação do contrato de trabalho temporário de 90 para 180 dias. João Gonçalves, secretário-geral da Força Sindical, disse que flexibilizar a jornada de trabalho não resolverá o problema. “O que precisamos é de investimento em infraestrutura para geração de emprego, e não soluções paliativas.”

Portado originalmente em: http://www.radiomoc.com.br/noticias.asp?codigo=79336

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