Ex-militar suspeito de integrar milícia no RJ é preso em ação da PCMG na cidade de Orizânia

Ex-militar suspeito de integrar milícia no RJ é preso em ação da PCMG na cidade de Orizânia
O homem foi capturado por policiais da Regionais de Muriaé e Viçosa, como parte de operação deflagrada pela PC do Rio

Após a prisão, o suspeito de 31 anos foi trazido à Delegacia Regional de Muriaé

Um ex-policial militar de 31 anos, natural de Divino, suspeito de integrar uma milícia que atua no comércio e gás na Baixada Fluminense, foi preso nesta sexta-feira (24), na cidade de Orizânia – cerca de 80 km de Muriaé – pela Polícia Civil de Minas (PCMG) em cumprimento a mandado de prisão temporária expedido pela Justiça do Rio de Janeiro. A ação faz parte da “Operação Gás Tóxico”, deflagrada hoje (24), pela PC do Rio (63ª DP, de Japeri, e distritais da Baixada), com apoio do Exército Brasileiro, Secretaria de Estado de Administração Penitenciária-RJ, PCMG e da Agência Nacional de Petróleo (ANP).

O suspeito, que é natural de Divino, é apontado como responsável por fornecer armas e munições para a quadrilha. Ele foi capturado pela equipe da Agência de Inteligência da 4ª Delegacia Regional da PC em Muriaé, com participação de policiais da DP de Divino e da Regional de Viçosa.

De acordo com nota divulgada Polícia Civil do Rio de Janeiro, a quadrilha é formada por ex-candidato a vereador do município de Japeri, dois ex-PM’s, um assessor da Secretaria de Educação da prefeitura de São João do Meriti, um pastor evangélico, e um cabo do Exército Brasileiro, além de pelo menos outras três pessoas.

No total, a operação visa cumprir nove mandados de prisão, 24 de busca e apreensão, seis de verificação e um mandado de condição coercitiva, expedidos pela 1ª Vara Criminal da Comarca de Japeri.

Conforme as investigações, desde janeiro deste ano o bando vem agindo em Japeri, extorquindo comerciantes e revendedores de gás por meio de violência e ameaças graves, forçando os mesmos a pagarem uma espécie de “mensalidade”, através de depósitos periódicos em contas bancárias indicadas pelo grupo.

Segundo a PCRJ, o trabalho apurou que “além de obterem vantagens patrimoniais ilícitas, os investigados impediam a livre concorrência na localidade, impondo taxas e ajustando preços, exercendo assim de forma “manu militari” o controle regionalizado do mercado de gás”.

 

Texto: Rádio Muriaé, con informações da PCMG e PCRJ – reprodução na íntegra ou parcial do conteúdo permitida somente mediante crédito.
 

Fonte : Rádio Muriaé / PCMG

Postado originalmente por: Rádio Muriaé

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