Terceiro setor – Ronaldo Magalhães cede imóveis para projetos sociais

Nesta manhã de quinta-feira (30), no gabinete do prefeito, a vice-prefeita Dalma Barcelos, na ocasião representando Ronaldo Magalhães, oficializou a entrega das três permissões de uso dos espaços públicos para o Conselho São João Bosco de Itabira (Sociedade de São Vicente de Paulo), Instituto Pró Life e Cáritas Diocesana.

O prefeito autorizou (decreto nº 1.827) por 15 anos que oInstituto Pró Life desenvolva seus projetos sociais e voluntariados, como é o caso do Jovens em Ação, na sala nº 39do Mercado Municipal,localizado no centro da cidade (avenida João Pinheiro). É responsabilidade do instituto cuidar do imóvel, bem como arcar com sua manutenção (pintura, energia elétrica, água, telefonia, reformas e segurança). “Neste espaço, organizaremos melhor as coisas do projeto,além de ser um local que ajudará as pessoas a nos procurar. Ali também, vamos cadastrar doações, desenvolver outros projetos e atender as necessidades das comunidades, pois levamos um pouquinho de tudo que as pessoas precisam”, informou Francislaine Freitas Limões, presidente do Pró Life.

Para a entidade Cáritas Diocesana, o Município cedeu, também pelo mesmo período,um terreno ao lado da quadra de esportes da rua Dinamarca, no bairro São Marcos, onde seráconstruído um centro comunitário que implantará, principalmente, o projeto Arte e Vida. Além disso, segundo Ilton Magalhães, secretário municipal de Governo, a entidade irá gerirainda a utilização da quadra. “A Cáritas vai administrar o espaço para que a comunidade continue usando a quadra da mesma maneira, porém de forma mais organizada. E depois que o centro comunitário for construído, acreditamos que será de grande valia para a execução de outros projetos”, explicou. Da mesma forma, é responsabilidade da organização zelar pela estrutura e não utilizá-la com fins lucrativos.

Já à Sociedade de São Vicente de Paulo, foi permitido por 15 anos o uso de um terreno no bairro Fênix, com 180 mº, localizado na rua Érico Domingos Porto, nº 466. De acordo com o documento, o conselho deverá construir sua sede no local em até 24 meses, sob pena de revogação deste decreto (nº 1.829/18). “Esse terreno já estava na posse da entidade há muito tempo. Por vários anos eles pagaram até o IPTU (Imposto Predial e Territorial Urbano) e nunca receberam dos governos anteriores a documentação de posse. Então, entendemos que isso é legítimo e pedimos ao prefeito para que o pedido deles fosse atendido”, declarou o secretário de Governo.

Para Dalma Barcelos, asorganizações não governamentais (ONGs) que prestam serviços para a comunidade, facilitam a atuação da Prefeitura. “É um braço que temos, porque ninguém faz nada sozinho. As pessoas à frente das entidades, são abnegadas, desprovidas e realmente querem prestar um serviço à população. Além disso, só quem está na comunidade é que sabe do que precisa. Então, é nossa obrigação ajudar”, concluiu a vice-prefeita.

Foto: Ilton Magalhães, Franscislaine Limões e Dalma Barcelos

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Postado originalmente por: Ronniel Nascimento

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