Baixa cobertura vacinal de adultos preocupa autoridades em saúde

É baixo o índice de cobertura vacinal em Minas Gerais,  entre homens e mulheres de 20 a 59 anos. No estado, a cobertura vacinal contra a febre amarela nessa faixa etária está em 84%, conforme dados da Secretaria de Estado de Saúde (SES). A meta é de 95%. Desde 2016, exatos 1.002 mineiros ficaram doentes. Desses, 340 morreram.

A falta de confiança na eficácia das substâncias e o medo de reações adversas são algumas das razões alegadas pelos mais velhos para não se protegerem. Para infectologistas, a situação também é motivada pela falta de preocupação com doenças consideradas erradicadas, como a rubéola.

Das 19 imunizações que fazem parte do Calendário de Vacinação oficial no Brasil, sete podem ser aplicadas entre os que têm de 20 a 59 anos. Porém, é justamente na fase adulta que as pessoas deixam a saúde em segundo plano.

Em Minas, as situações mais preocupantes são as coberturas vacinais contra a hepatite B e da segunda dose da tríplice viral, que previne contra sarampo, caxumba e rubéola e deve ser tomada até os 29 anos. Conforme o Ministério da Saúde, em Minas a cobertura vacinal acumulada dos dois imunizantes, de 1994 até 2018, não passa de 40% na fase adulta.

Conforme o órgão, campanhas são feitas em todo o país para a atualização das cadernetas e os profissionais de saúde são orientados a indicar as doses.

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Postado originalmente por: Sucesso FM

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