Destaque no interior, Rádio Estância de Jacutinga realiza ações para preservação do meio ambiente

A emissora já coletou e descartou corretamente toneladas de materiais poluentes

Muitas pessoas imaginam que a função de uma rádio é apenas gerar entretenimento ao seu público, colocando músicas ao vivo, transmitindo jogos de futebol ou promovendo jornais informativos. De fato, a rádio presta esses e outros serviços para a população, que são de extrema importância para a comunidade. Mas a função de uma rádio pode ir muito além disso: ela pode estabelecer um compromisso social muito grande, e isso a Rádio Estância de Jacutinga, no Sul de Minas Gerais, sabe fazer muito bem.

José Benedicto de Souza, fundador da Rádio Estância, presente na vida dos jacutinguenses desde 1983, conta que através de mensagens e campanhas na escolas do municípios, a equipe da rádio orienta alunos e ouvintes para não poluírem o meio ambiente, não fazerem queimadas, não usarem agrotóxicos e herbicidas, de forma a sempre proteger a natureza.

Foto: José Benedicto de Souza/Acervo Pessoal

Além disso, a Rádio Estância promove a coleta de pilhas e baterias, lixos eletrônicos, óleos de frituras e de outros tipos, dando a destinação correta desses materiais em empresas especializadas. Ele conta que já foram descartadas toneladas de materiais poluentes, que desde 1983 deixaram de poluir o solo e que eles também produzem mensagens destinadas aos trabalhadores do campo para que tenham responsabilidade e protejam as nascentes dos rios.

“Já descartamos toneladas de materiais poluentes. Além disso, temos programas e mensagens destinadas ao homem do campo, para proteger as suas nascentes, que ficam muitas vezes em vales e, sem perceber, podem ser aterradas pelo uso de tratores”, contou o radiodifusor.

Souza faz um apelo aos radiodifusores para que se juntem neste compromisso social de defender e preservar o meio ambiente. “Sofremos muitos com as queimadas no tempo de seca e a pressão do comércio de agrotóxicos”, revela.

O radiodifusor conclui fazendo uma crítica às instituições religiosas, que na visão dele, pouco contribuem para esse esforço em preservar a natureza, que ele chama de a “grande obra de Deus”.

 

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