Tendências | Assistentes por voz estão entre as tendências de marketing digital para o pós-pandemia

São Paulo – Cerca de 25% dos consumidores já preferem interagir via assistente de voz, segundo a HubLocal

Em uma reportagem realizada pelo portal AdNews sobre tendências de marketing digital para o período pós-pandemia do novo coronavírus, os assistentes por voz estão apontados como uma ferramenta importante para capturar o “novo” consumidor. Em entrevista com o CEO da startup HubLocal, Felipe Caezar, foi destacado que quase um terço dos consumidores já preferem interagir via assistente de voz, parcela superior ao volume observado em websites e aplicativos. Os assistentes de voz estão em diferentes dispositivos, não só apenas nas smart speakers (caixas de som com inteligência artificial). Acompanhe:

A reportagem do AdNews destaca que a compra por voz (Voice Shopping) será uma importante tendência para o mercado eletrônico, este que cresceu de forma considerável durante a pandemia. “O mais natural é que os assistentes façam pedidos de compra por voz para outros dispositivos, o que vai provocar uma grande mudança de mercado. Por ainda não ser o canal mais usado para compras, as empresas ainda encontram desafios e por isso é necessário ir aprendendo com os feedbacks para aperfeiçoar a ferramenta e ir crescendo”, destaca a matéria.

E é crescente a oferta de assistentes de voz em diferentes dispositivos. Já conhecidos nos smartphones (Google no Android, Siri no iOS e a possibilidade de embarcar a Alexa, da Amazon), o crescimento na comercialização de equipamentos inteligentes está impulsionando o uso do áudio, seja para gerar comandos por voz ou para consumir esse tipo de mídia. Em coberturas recentes realizadas pelo tudoradio.com, essas novas frentes tendem a ser uma oportunidade para o rádio, principalmente através dos smartphones e das caixas de som inteligentes (smart speakers).

Ainda sobre a reportagem da AdNews com a HubLocal, outras tendências importantes são apontadas para o marketing digital, como os carros autônomos (muito discutido na área de rádio, pois a novidade pode mudar a dinâmica de mídia nesse ambiente) e a “valorização das experiências em tempo real”, também já experimentada pelas rádios através do atendimento à ouvintes e clientes (como incentivar a participação da audiência em suas ferramentas, promoção de eventos digitais e até o uso de chatbots para interações instantâneas).

“As empresas que se planejam e se antecipam às mudanças estão mais preparadas para enfrentá-las. Tivemos um teste de fogo no ano que passou, e embora em 2021 já tenhamos perspectiva de melhora com a chegada da vacina, ainda será um ano desafiador, mas quem tiver foco, conhecer mais seu cliente e aplicar as estratégias certas sairá mais forte e com mais negócios”, afirma Felipe, na reportagem do AdNews.

Por: tudoradio.com

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