Variante britânica do coronavírus é detectada em Minas Gerais

Apesar da detecção, estudo ainda não foi capaz de comprovar se há a circulação dessa variante nas cidades ou não

A variante britânica do coronavírus foi descoberta em amostras de pacientes infectados em Minas Gerais. A informação foi divulgada por um estudo desenvolvido por pesquisadores do Instituto de Ciências Biológicas da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) em conjunto com a Rede Corona-Ômica do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, o Instituto Hermes Pardini e a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). 

A presença da variante originária do Reino Unido, a B.1.1.7, foi identificada em quatro cidades de Minas Gerais: a capital Belo Horizonte, Betim, na Região Metropolitana, Araxá, no Alto Paranaíba, e Barbacena, na Região Central.

Os pesquisadores realizaram o estudo através de uma triagem no banco de dados do laboratório Hermes Pardini, composto por mais de 740 mil exames de Covid-19 realizados em laboratórios de todo o país, em busca de amostras com comportamento “anormal”.

Contudo, ainda não é possível dizer se a variante está circulando nesses locais e em qual frequência.

Estudos já comprovaram que a variante britânica do coronavírus tem potencial maior de transmissão. Uma pesquisa divulgada no final de 2020 indica que ela pode ser entre 50% e 74% mais contagiosa.

 

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