Taxistas do Centro reclamam de motoristas clandestinos

Os profissionais da Praça Cordovil Pinto Coelho estão inconformados com a atitude de algumas pessoas, que ficam nas imediações e por possuírem veículos realizam corrida como se fossem taxistas. Para ganhar a confiança e o cliente, a abordagem acontece no local, onde o motorista percebe que a pessoa realizou compras e necessita de transporte, o motorista clandestino surge, oferece o serviço por um preço mais reduzido que os profissionais que atuam com “placa de aluguel”.

De acordo com os profissionais que exercem a profissão na Praça Cordovil Pinto Coelho, as pessoas que realizam o transporte clandestino estacionam em frente ao estabelecimento Coelho Diniz, abordam os clientes e fazem a proposta da corrida, por um preço abaixo do que é cobrado para realizar o mesmo trajeto.

A deslealdade tem deixado parte dos profissionais descontentes, agora solicitam para que haja providências das autoridades, na realização de abordagens, exigindo documentos para inibir que continuem praticando a atividade ilegal.

O taxista Edvaldo dos Santos “Pelé”, conta que a cada dia está mais difícil trabalhar com lealdade, pois, a concorrência desleal está aumentando de forma descarada, impossibilitando assim, que os próprios interessados em contratar a corrida tenham discernimento, a quem vai oferecer uma viagem mais segura. freados. “Uma ação eficaz para proibir esse tipo de conduta seria ótimo para nós, que trabalhamos honestamente, com alvará e pagamos todos os impostos. Medidas precisam ser tomadas, a fim de evitar a abordagem dessas pessoas, que se apresentam como serviço de táxi”, ressalta Edvaldo dos Santos.

Os profissionais relutam com o que faz o transporte clandestino, leiloando valores de corrida. Há muitos anos na profissão, o taxista Jorge Dutra diz que a cada dia está mais difícil para trabalhar. Os taxistas pedem uma fiscalização rigorosa para inibir a ação de quem não paga imposto. “A presença do clandestino no nosso meio está atrapalhando. Nossos veículos têm placa vermelha, pagamos seguro total e, em caso de acidente o passageiro é bem assistido. O cidadão que fica ao lado do estabelecimento abordando pessoas e oferecendo corrida é um fora da Lei”, alerta Jorge Dutra.

Eduardo Satil

Postado originalmente por: Tribuna do Leste – Manhuaçu

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