Mais um lote da cerveja Belohorizontina está contaminado, de acordo com a Polícia Civil

A Polícia Civil informou que mais um lote da cerveja Belohorizontina, produzida pela cervejaria Backer, está contaminada com dietilenoglicol e outra substancia chamada de monoetilenoglicol, segundo Wagner Pinto, chefe da Polícia Civil, em coletiva realizada na manhã desta segunda-feira (13).

A contaminação na cerveja já causou dez vítimas em Minas Gerais, sendo que uma delas morreu na última semana, em Juiz de Fora, na Zona da Mata. Paschoal Demartini Filho, de 55 ano, é natural de Ubá, na mesma região e esteve em Belo Horizonte, no Bairro Buritis onde tomou a cerveja. Ele também teve os sintomas que os outros pacientes que seguem internados apresentaram como alterações neurológicas e insuficiência renal.

Sete das vítimas são de Belo Horizonte, uma de São Lourenço, no Sul de Minas e outra de Viçosa, na Zona da Mata, sendo que esta é uma mulher. Os demais são todos homens.

Investigação

Além de investigar sobre as causas da síndrome, a Polícia Civil segue apurando sobre a suspeita de sabotagem na bebida. No último sábado (11), os policiais informaram que um ex-funcionário da cervejaria teria ameaçado um dos supervisores após ter sido demitido em dezembro.

Na última semana, a cervejaria já havia informado que não utiliza a substancia encontrada na bebida.

Até o momento, a polícia afirma que não pode afirmar se há ou não sabotagem e que neste momento que neste momento informa sobre a existência de mais um lote, que não era do conhecimento dos investigadores.

Ainda segundo o delegado Flávio Grossi, este lote não ficou concentrado apenas no Bairro Buritis.

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